Jovem conta como foi sobreviver 12 dias na Serra do Japi
Ao longo dos 12 dias de desaparecimento, de 11 a 23 de dezembro, Davi Amâncio Toledo, de 21 anos, morador da cidade de Cabreúva, na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), enfrentou uma série de adversidades na Serra do Japi para conseguir sair dessa “aventura” vivo.
Em entrevista publicada pelo Portal da Cidade de Cabreúva, o jovem descreveu como fez para sobreviver na mata fechada, enfrentando noites frias, dias de calor e chuvas fortes, em meio a cobras e outros animais peçonhentos, além de animais de grande porte, como a onça-parda. Ele relatou ter cavado um buraco para usar a terra como cobertor e se proteger do frio da madrugada.
Ele disse ainda ter avistado, de dentro da mata fechada, helicópteros de busca passando pela Serra. Exausto após conseguir sair da mata fechada da Serra, ele chegou a uma casa rural na região do Centro de Meditação Kadampa Brasil (o Centro Budista), que fica no distrito do Jacaré, onde os moradores, após socorrê-lo, entraram em contato com a Guarda Municipal (GM).
Ele foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jacaré, onde passou por atendimento médico. Ele está com ferimentos nas pernas e teve perda significativa de peso.
Durante o período em que Davi esteve desaparecido, equipes da GM de Cabreúva, do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, da Polícia Civil, a equipe do canil da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itupeva, a empresa Safety e voluntários realizaram buscas nas regiões de mata fechada em Cabreúva.
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Fonte Portal da Cidade de Cabreúva
Redação 11 de Janeiro de 2026
