Vítima de afogamento no Parque Aquático tinha sido promovida em outubro de 2025
Guilherme da Guerra Domingos, de 24 anos, que morreu vítima de afogamento no Parque Aquático Wet’n Wild, na tarde de terça-feira (13), havia recebido recentemente uma promoção. Ele era salva-vidas do parque e, em outubro de 2025, foi promovido a líder dos salva-vidas. Ele era funcionário do local havia dois anos.
Os médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí constataram que a morte foi causada por afogamento.
Segundo informações, Guilherme estava em serviço em um dos brinquedos do parque, conhecido como “Water Bomb”, quando, durante um mergulho para, supostamente, pegar a aliança que um turista havia deixado cair na piscina da atração, teria sido sugado pelo ralo do equipamento.
Essa versão é negada pela equipe do Wet’n Wild, que, em nota divulgada, disse que “a piscina da atração Water Bomb, onde ocorreu o incidente com o funcionário na terça-feira (13), não possui ralo. O sistema hidráulico é composto por drenos laterais, localizados em direção oposta à saída dos toboáguas, por onde saem os visitantes da piscina. A atração está em operação há 17 anos, sem registro de ocorrências”.
Segundo publicação feita pelo Jornal da Região, o delegado de Itupeva, Anselmo Carvalho Santalena, explicou que a Polícia Científica não realizou a perícia, pois o boletim de ocorrência foi feito somente na parte da noite desta terça-feira (13), e no período noturno não há condições para a realização da perícia, principalmente nas circunstâncias em que a maior parte dos fatos ocorreu debaixo d’água.
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Fonte POP TV e Jornal da Região
Redação 15 de Janeiro de 2026
