Tragédia regional televisionada

Assassinato de mãe e filha vai para a tela da Record

Uma das vítimas deixou o marido e dois filhos; o responsável pelo crime é vigilante

Assassinato de mãe e filha vai para a tela da Record
Camila de Souza Figueiredo e Kamilly Vitória Souza Cardoso Foto: Internet

Assassinato de mãe e filha vai para a tela da Record

O duplo homicídio ocorrido no Colina da Serra, em Cabreúva, na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ) no dia 8 deste mês, foi parar na programação da Rede Record, uma das maiores emissoras do país. Os telejornais Balanço Geral, que passa na hora do almoço, e Cidade Alerta, programa policial exibido no fim da tarde, fizeram reportagens sobre o crime.

As reportagens de ambos os programas revelaram novas informações sobre o crime. O vizinho, responsável por matar Camila de Souza Figueiredo, de 35 anos, e a filha dela, Kamilly Vitória Souza Cardoso, de 14 anos, a tiros, além de balear mais duas pessoas, o irmão de Camila, Rafael de Souza Figueiredo, de 31 anos, e Jonas de Souza Figueiredo, de 30 anos, teria cometido todos esses crimes no meio da rua.

Segundo foi narrado na reportagem, enquanto Camila e a vizinha brigavam no meio da rua, o homem saiu de sua casa armado e efetuou os disparos. Camila morreu ainda na via. Kamilly foi encaminhada ao hospital, atingida por três tiros, e não resistiu aos ferimentos.

Rafael de Souza Figueiredo, que inicialmente teria sido atingido no ombro, na verdade foi ferido na boca pelo disparo da arma. Ele já recebeu alta e participou do velório e sepultamento da irmã e da sobrinha nesta semana. Jonas de Souza Figueiredo foi baleado na região do tórax e ainda está internado, pois será realizada a cirurgia para retirar a bala que ficou alojada no pulmão.

Camila deixou o marido e mais dois filhos, um de 10 e outro de 8 anos.

O suspeito foi preso em flagrante, e a prisão foi convertida em preventiva pelos crimes de duplo homicídio e dupla tentativa de homicídio. Foi revelado também que ele trabalha como vigilante e que foram apreendidos três revólveres 9 mm e uma carabina .22, além de 220 munições.

A Polícia Civil aguarda a documentação do Exército para confirmar se o homem era CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) e para saber se ele tinha autorização do Exército Brasileiro para manter as armas apreendidas em casa.

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Redação 20 de Fevereiro de 2026